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Quando criança, sabemos ao certo o que queremos ser quando crescer: bailarina, jogador de futebol ou um artista de TV, por exemplo. Embora essas opções pareçam ser definitivas, o amadurecimento, a pressão social e familiar nos faz perceber que as fantasias da infância não nos levariam a lugar algum, logo, esses devaneios dão lugar a uma perspectiva real: a escolha de uma profissão que dê a autonomia financeira e proporcione uma vida socialmente boa e feliz.

O que não se sabe na escolha de uma profissão, é que, quando se desconsidera os “sonhos da infância”, ou melhor, as experiências que se quer viver através daqueles sonhos, eles irão se manifestar, mais tarde, em forma de insatisfação pessoal e frustração profissional, muito embora a pessoa seja bem sucedida financeiramente.

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Possivelmente, o desejo de ser bailarina não era calcado na rotina de dedicação integral e cansativa dos ensaios, dietas e atividades físicas pelo qual elas têm de passar, mas sim no glamour das roupas e maquiagem e na possibilidade de ganhar a vida dançando. Ser jogador de futebol parecia ser divertido aos olhos dos garotos. Quer coisa melhor do que ficar famoso, viajar o mundo e ganhar muito dinheiro “brincado” de jogar bola? E ser um astro da música ou das novelas, então? Viver rodeado por uma multidão de fãs, fazer shows iluminado por grandes holofotes, é sem dúvida, a fantasia de quase toda criança.

Em qualquer fase da vida, mas especialmente na decisão de uma carreira, o autoconhecimento é um fator que nos possibilita balizar nossas vontades. Podemos ter várias profissões em mente, mas o caminho certo, aquele que trará felicidade e sucesso profissional, só vem quando estamos conectados com o nosso ser, com nossos valores e com os nossos propósitos. Um profissional que possui equilíbrio entre sua vida e sua profissão rende mais e se sente mais realizado e feliz, por isso o trabalho tem que unir habilidade, sustentabilidade.

Infelizmente está não é a realidade contemporânea. Está comprovado que estamos vivendo uma epidemia global de descontentamento. De acordo com uma pesquisa recente da Deloitte’s Shift Index, 80% das pessoas estão insatisfeita com a sua vida atual.

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Para a auto realização na vida adulta, é preciso começar identificando dons, talentos e forças pessoais, ainda na infância, e explorá-los. O grande erro que os pais cometem é desconsiderar estas características nos seus filhos e, pior que isso, é transferir para eles os seus “sonhos de infância” não contemplados, e querer que eles sejam aquilo que não são ou não têm predisposição para se tornar.

Para os adultos que ainda não viveram as experiências de seus grandes sonhos infantis, é importante dar uma pausa na sua rotina diária e se permitir pensar neles, planejar seus objetivos, metas e identificar seus sabotadores, assumindo, assim, o controle de sua própria vida. Lamentável é ver que muitos ficam vendo o mundo de hoje pelas lentes de ontem, reclamando da sorte sem nada fazer para conseguir o futuro desejado e a realização dos sonhos de infância.
E você, o que quer ser quando crescer, ainda que adulto? Para dar esta resposta é preciso conhecer a si mesmo, parar e refletir sobre quais as áreas de sua vida que não estão satisfeitas e o que pode ser feito para mudar esta realidade e ter mais qualidade de vida, mais tempo e mais resultados?

Você só precisa escolher uma vida melhor.

Esqueça seu passado e pense: quem você decidiu ser agora? Quem você decidiu se tornar? Como você escolheu viver? Qual é o primeiro passo?

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