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Muitas vezes, se vivemos em um cultura de obsessão pelo trabalho, tendemos a encarar uma folga como uma ferramenta que precisamos para recarregar baterias e voltar – para produzir cada vez mais. Mas há uma lição valiosa sobre isso. Folgas ajudam não só a recuperação fisíca e mental, como estimular nossa criatividade e levar nosso trabalho a um outro nível. Também nos permite viver de modo mais intenso e dar um novo significado ao que fazemos dia após dia. Essas são algumas das lições que palestras do TED, conferência mundial com vídeos divulgados na internet, nos mostram. A revista Inc. selecionou algumas delas que mostram até que ponto uma folga é importante (não importa o quanto você ame o seu trabalho e ache que é algo importante na sua vida).

1. Busque um período sabático para dar um novo impulso a sua vida profissional 

O que aconteceria na sua empresa se você fechasse as portas de seu trabalho por um ano ou pedisse uma licença, no caso de ser funcionário, e buscasse um período sabático em um local totalmente diferente? Provavelmente, isso só lhe traria benefícios, como criatividade e novas ideias. Foi assim que funcionou para Stefan Sagmeister, designer famoso e conhecido por criar álbuns de discos do Rolling stones, David Byrne e outros músicos famosos. A cada sete anos, ele “fecha” seu negócio enquanto, ao lado de sua equipe, tira um ano sabático. O mais recente foi passado em Bali. Em sua palestra, ele explica a sua decisão: para conseguir trabalhar de modo mais intenso nos seus próprios projetos. O objetivo no início era livrar-se do cansaço, mas ele diz: ” financeiramente, a longo prazo, a estratégia foi realmente bem sucedida. Já que, por causa da melhoria da qualidade que consegui agregar ao meu trabalho, pude pedir preços mais altos por eles”. Muitos de nós imaginamos ser impossível ficar um ano sem trabalhar apenas para se dedicar a projetos que possam ser interessantes a nós. Mas Sagmeister prova que vale, ao menos, tentar.

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2. Gaste 10 minutos de seu dia apenas fazendo nada 

E isso significa não enviar mensagem no celular, mandar email, jogar video game, assistir TV e ler. É o que diz Andy Puddicombe, especialista em mindfulness (técnica conhecida no Brasil como “atenção plena”). Ele acredita que há muitos benefícios (psicológicos) em reservar 10 minutos do seu dia “fazendo nada”, mas observado seu pensamentos – e para onde eles vão.

3. Leve as coisas de forma mais devagar 

Nós vivemos em uma cultura obcecada pela rapidez, onde temos que sempre estar lendo mais rápido, executando mais rápido e sendo mais rápidos, afirma o jornalista Carl Honore. “Às vezes, é preciso um insight para nos alertar para o fato de que nós estamos correndo em nossas vidas em vez de realmente vivê-la; que estamos vivendo a vida rápida em vez da boa vida”, diz ele . Para ele, essa insight veio quando estava lendo para seu filho na hora de dormir. Estava tão acostumado a ler com pressa que também replicou isso naquele momento – para o grande aborrecimento de seu filho. Essa experiência o levou a tentar fazer as coisas mais devagar, ser o que ele define como “tartaruga no interior”. “O resultado é que realmente me sinto muito mais feliz e saudável, que estou vivendo de verdade minha vida e agora a medida que tenho do sucesso é diferente: sinto ele vendo que meus relacionamentos estão muito mais próximos”, diz na palestra.

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4. Tire tempo para se sentir bonito (a)

Beleza é algo que nós sentimos, não algo que podemos entender, defende o produtor Richard Seymour. Em sua palestra, ele nos mostra exemplos de objetos bonitos e como o que nós sabemos sobre eles muda nossas percepçõe. E que mesmo o ato de dobrar uma camiseta pode ser uma tarefa agradável se você souber realizá-la corretamente – deixando sua roupa bem dobrada.

5. Tenha certeza que consegue conciliar trabalho com amor e diversão 

O que nós podemos aprender para nossas vidas com os grandes presidentes? A biógrafa americana Doris Kearns Goodwin taz lições preciosas: os melhores encontram ferramentas para conseguir se divertir, trabalhar e amar. Ele cita Abraham Lincoln que alcançou este equilíbrio mesmo tendo que lidar com uma guerra civil. Lyndon Johnson, por outro lado, infelizmente, falhou nesta missão, como Goodwin aprendeu enquanto trabalhava em suas memórias. Aposentado da vida pública, ele tinha riqueza, realizações e uma família amorosa e dedicada. Mas a ausência do trabalho parecia deixar um buraco em seu coração que ele não conseguia preencher com nada. Morreu quatro anos após deixar o cargo.

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Via Época Negócios

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